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1/20/2018

Professora adota currículo da ONU sobre igualdade de gênero em áreas rurais do Pará


Escola da Vila Nova Esperança em Tomé-Açu (PA), onde atua o Sistema de Organização Modular de Ensino (Some). Foto: Blog do Riba/http://ribaprasempre.blogspot.com.br

Escola da Vila Nova Esperança em Tomé-Açu (PA), onde atua o Sistema de Organização Modular de Ensino (Some). Foto: Blog do Riba/http://ribaprasempre.blogspot.com.br

A professora paraense Danielle Figueiredo, de 33 anos, dá aulas para alunos do ensino médio em áreas rurais do Pará por meio de um sistema denominado modular. Nele, as aulas são concentradas em apenas uma disciplina durante 50 dias, em locais de melhor acesso para estudantes que vivem longe dos centros urbanos.

Isso significa que Danielle, professora de sociologia pós-graduada na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), passa até 50 dias em cada um dos municípios em que leciona, especialmente no nordeste do estado, já tendo trabalhado nas comunidades rurais de Capitão Poço, Garrafão do Norte, Nova Esperança do Piriá, entre outras.

Desde 2015, a professora da rede estadual de ensino passou a aplicar em sala de aula, por iniciativa própria, "O Valente não é Violento", currículo interdisciplinar disponível na Internet (clique aqui) que tem como objetivo abordar questões de sexualidade e de gênero para combater e prevenir a violência contra mulheres e meninas.

O currículo faz parte de iniciativa de mesmo nome que integra a campanha UNA-SE Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, do secretário-geral das Nações Unidas. A ação é coordenada pela ONU Mulheres, tem o envolvimento de todas as agências da ONU e é financiada pela União Europeia.

"Adoto o tema de gênero e sexualidade desde que iniciei minha carreira de professora, há cinco anos", explicou Danielle em entrevista por telefone ao Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio). "Como sempre usava materiais da ONU e de ONGs, acompanhava (os lançamentos) e vi que tinha saído esse currículo".

Segundo a ONU Mulheres, ao menos 30 professores brasileiros informaram adotar o currículo em diferentes estados brasileiros. O número pode ser muito maior, uma vez que o acesso ao documento, disponível na Internet, é livre.

O currículo aborda temas que vão desde as várias formas de violência contra as mulheres e informações sobre a Lei Maria da Penha, passando pela temática de carreira e profissão, mídia e esportes, até masculinidades e iniciativas que aproximam a educação de meninos e meninas para o tema da igualdade de gênero em seu dia a dia.

O objetivo é possibilitar uma maior compreensão sobre o que leva à desigualdade de gênero e à violência contra mulheres e meninas, bem como buscar uma mudança de cultura e de comportamento que leve à igualdade e ao respeito, segundo a ONU Mulheres.

No começo, Danielle teve dificuldades para abordar o tema em sala de aula nas regiões rurais. "Para estes alunos é tabu discutir essas questões", explicou a professora. "É um mundo mais hostil às mulheres, mas no qual eu aprendi a dialogar com os homens e explicar como eles também podem ser prejudicados por comportamentos machistas".

"Quando colocamos uma outra visão para eles, quando vencem essa posição agressiva, passam a ouvir", explicou a professora, que dá aula para alunos com idade entre 15 e 18 anos.

Danielle contou que mesmo as meninas apresentavam resistência quando a temática era abordada em sala de aula. "Mas, de cinco anos para cá, vejo algumas diferenças. Elas querem estudar, não repetir as histórias (dos pais)", declarou. "Também vejo algumas mudanças no discurso sobre a questão da violência. Elas estão falando mais, não se sentem acuadas".

Para a professora, um diferencial do currículo é o fato de ele incitar discussões em classe, propiciando a interação entre os alunos e com os professores. Segundo ela, o currículo inova na medida em que se diferencia da educação formal, trazendo elementos da educação popular.

"Apresento dados sobre violência, mostro a lei. Eles não conhecem a Lei Maria da Penha. Não sabem em que contexto, por que ela surgiu. Dessa forma, uso dinâmicas para discutir a violência, conto uma história de vida e vou fazendo perguntas. E eles vão respondendo em cima delas. É interessante", declarou.

Danielle Figueiredo, de 33 anos, é professora da rede estadual de ensino do Pará. Foto: Acervo Pessoal

Danielle Figueiredo, de 33 anos, é professora da rede estadual de ensino do Pará. Foto: Acervo Pessoal

Papel das escolas na prevenção da violência de gênero

Para a ONU Mulheres, as escolas desempenham um papel importante na promoção do respeito nas relações entre meninas e meninos, desafiando estereótipos de gênero e combatendo formas de discriminação que contribuem para a violência contra mulheres e meninas.

Nesse sentido, o currículo "O Valente não é Violento" já está sendo adotado oficialmente por redes de ensino estaduais de Espírito Santo e Bahia, de acordo com Amanda Lemos, coordenadora da iniciativa.

"Temos consultoras e especialistas que nos apoiaram na elaboração do currículo. Há pessoas do Instituto Promundo e a própria ONU Mulheres têm nos apoiado nessa formação técnica para que os professores consigam compreender os conceitos, os conteúdos", explicou.

Segundo Amanda, muitas vezes os professores relatam dificuldades em levar o currículo para a sala de aula, por não terem respaldo da gestão escolar. Há ainda o desafio da qualificação, pois alguns têm interesse em adotá-lo, mas não têm a qualificação necessária.

"Falta a institucionalização do tema. (…) A questão institucional é importante para que todos participem dessa proposta de ensino voltada para o respeito entre meninos e meninas e professores e alunos, para que eles envolvam não só a escola, mas a comunidade e todos os agentes em torno de uma escola responsável pela segurança dessas meninas", declarou.

Além do Instituto Promundo, outras organizações que têm ajudado a divulgar o currículo no Brasil são Geledés — Instituto da Mulher NegraAção EducativaComitê da América Latina e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem)Redeh — Rede de Desenvolvimento Humano e Plan International.

Professor do Rio também adota o currículo

Marcelo Conceição, de 39 anos, é professor de Geografia e coordenador pedagógico de uma escola municipal do ensino fundamental localizada no bairro da Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. Em 2016, teve a ideia de fazer um trabalho envolvendo todos os alunos que tinha como tema central a mulher e as questões de gênero.

A temática foi, então, desmembrada entre as disciplinas, tendo como inspiração o currículo "O Valente não é Violento", das Nações Unidas.

Com a ajuda de professores de Geografia e História, os alunos montaram murais com gráficos apresentando as diferenças salariais entre homens e mulheres. Em Ciências, trabalharam questões de sororidade (apoio entre as mulheres) e as diferentes formas de machismo na sociedade.

Houve ainda roda de conversas, sessões de cinema e campanhas como "Meu nome não é psiu", questionando o tratamento recebido por meninas e mulheres nas ruas. Algumas dessas atividades foram retomadas em 2017, de acordo com o professor.

"Fiquei com medo, por exemplo, de levar os alunos para ver o filme 'Estrelas além do tempo', porque me diziam que eles não iam prestar atenção", disse Conceição. "Mas eles adoraram, voltaram discutindo o filme, e entenderam por que tinham ido". A obra trata do trabalho de uma equipe de cientistas da NASA, formada exclusivamente por mulheres afro-americanas.

O professor disse já ter notado uma mudança de comportamento de meninos e meninas. "Elas passaram a não aceitar mais determinados tipos de tratamento, como serem seguradas de determinada maneira pelos garotos, serem chamadas por determinados nomes", explicou.

"A educação não é só um caminho para o mercado de trabalho, mas para liberdade, para o entendimento de si mesmo, da própria história, para não reproduzir determinados erros das gerações anteriores. Nos esforçamos ao máximo para fazer isso", concluiu o professor.

Marcelo Conceição, de 39 anos, é professor de Geografia e coordenador pedagógico de uma escola municipal do ensino fundamental localizada no bairro da Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. Foto: Acervo Pessoal

Marcelo Conceição, de 39 anos, é professor de Geografia e coordenador pedagógico de uma escola municipal do ensino fundamental localizada no bairro da Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. Foto: Acervo Pessoal

ONU Mulheres

Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres

Responsável Isabel Clavelin (ONU Mulheres Brasil)
Telefone (61) 3038-9287 / 98175-6315
E-mail isabel.clavelin@unwomen.org
Site www.onumulheres.org.br


ARTIGO: Rumo a um novo pacto global para migração

Em artigo publicado no jornal britânico The Guardian, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirma que administrar a migração é um dos desafios mais profundos da cooperação internacional nos dias atuais.

"A migração incentiva o crescimento econômico, reduz as desigualdades e conecta sociedades diferentes. Contudo, é também fonte de tensões políticas e tragédias humanas". Leia o artigo completo.

Então alto-comissário da ONU para refugiados, António Guterres participa de encontro com refugiados na fronteira entre a Líbia e a Tunísia. Foto: ACNUR/A. Branthwaite (março de 2011)

Então alto-comissário da ONU para refugiados, António Guterres participa de encontro com refugiados na fronteira entre a Líbia e a Tunísia. Foto: ACNUR/A. Branthwaite (março de 2011)

Por António Guterres, secretário-geral da ONU*

Administrar a migração é um dos desafios mais profundos da cooperação internacional nos dias atuais.

A migração incentiva o crescimento econômico, reduz as desigualdades e conecta sociedades diferentes. Contudo, é também fonte de tensões políticas e tragédias humanas. A maioria dos migrantes vive e trabalha legalmente. Mas uma minoria desesperada coloca suas vidas em risco ao entrar em países onde podem encontrar desconfiança e abuso.

Pressões demográficas e o impacto das mudanças climáticas em sociedades vulneráveis possivelmente conduzirão os rumos da migração nos próximos anos. Como uma comunidade global, defrontamo-nos com a escolha. Queremos que a migração seja fonte de prosperidade e solidariedade internacional ou sinônimo de desumanidade e atrito social?

Neste ano, governos negociarão o Pacto Global para Migração por meio das Nações Unidas. Será o primeiro acordo internacional deste tipo. Não será um tratado formal. Nem irá vincular quaisquer obrigações aos Estados.

Ao contrário, é uma oportunidade sem precedentes para líderes combaterem mitos perniciosos que cercam os migrantes e estabelecer uma visão comum de como fazer a migração funcionar para todas as nossas nações.

Esta é uma tarefa urgente. Temos visto o que acontece quando a migração em larga escala ocorre sem mecanismos efetivos para administrá-la. O mundo ficou chocado com vídeos recentes de migrantes sendo vendidos como escravos.

Sombrio como estas imagens, o escândalo real é que centenas de migrantes sofram o mesmo destino todos os anos, sem registros oficiais. Muitos ficam presos a trabalhos precários e humilhantes, que beiram à escravidão.

Há cerca de 6 milhões de migrantes presos em trabalho forçado hoje, muitas vezes em economias desenvolvidas. Como podemos colocar um fim a estas injustiças e prevenir que elas ocorram no futuro?

Ao estabelecer clara direção política sobre o futuro da migração, acredito em três considerações fundamentais que podem guiar as discussões do Pacto.

A primeira é reconhecer e reforçar os benefícios da migração, tão frequentemente perdidos no debate público. Os migrantes dão grandes contribuições, tanto para os países anfitriões quanto para os países de origem.

Eles ocupam postos de trabalho que a mão-de-obra local não consegue preencher, alavancando a atividade econômica. Muitos são inovadores e empreendedores. Quase a metade dos migrantes é mulher, procurando uma vida melhor e oportunidades de trabalho.

Os migrantes também dão uma contribuição ao desenvolvimento internacional ao enviar recursos para seus países de origem. Este envio somou quase 600 bilhões de dólares no ano passado — três vezes o valor de toda ajuda de desenvolvimento.

O desafio fundamental é maximizar os benefícios disto com uma migração ordenada e produtiva, enquanto eliminamos os abusos e o preconceito que transforma num inferno a vida de uma minoria de migrantes.

Em segundo lugar, os Estados precisam fortalecer a regra da lei, fundamentando como proteger e lidar com os migrantes — para o benefício de suas economias, de suas sociedades e dos próprios migrantes.

Autoridades que levantam grandes obstáculos contra a migração — ou implementam restrições severas nas oportunidades de trabalho para migrantes — infligem prejuízos desnecessários para suas economias, na medida em que impõem barreiras para que a força de trabalho seja legal e organizada.

Pior do que isto: acabam involuntariamente encorajando a migração ilegal.

Pessoas que desejam migrar, quando têm negado o caminho legal para viajar, inevitavelmente acabam caindo em métodos irregulares. Isto não só os coloca em posições vulneráveis como também compromete a autoridade dos governos.

O melhor jeito para acabar com o estigma da ilegalidade e o abuso contra migrantes é, de fato, que os governos coloquem em prática mais caminhos legais para a migração, retirando incentivos para que indivíduos burlem as regras, enquanto atendem melhor às necessidades de seus mercados de trabalho para estrangeiros.

Os Estados também precisam trabalhar conjuntamente para compartilhar os benefícios da migração como, por exemplo, por meio de parcerias para identificar significativos hiatos de competência num país, que migrantes de outros lugares são qualificados a preencher.

Terceiro e por último, precisamos de maior cooperação internacional para proteger os migrantes vulneráveis, assim como refugiados, e devemos restabelecer a integridade do regime de proteção de refugiados, em linha com a legislação internacional.

O destino de milhares que morrem em condenados esforços ao cruzar oceanos e desertos não é apenas uma tragédia humana. Também representa a mais aguda falência política: movimentos de massa sem regulação em circunstâncias desesperadoras dão a noção de que as fronteiras estão sob ameaça e os governos não têm controle.

Em resposta, isto leva a controles de fronteira draconianos, que comprometem nossos valores coletivos e ajudam a perpetuar as tragédias que temos visto nos últimos anos.

Precisamos atender às obrigações básicas de resguardar as vidas e os direitos humanos dos migrantes onde o atual sistema falhou.

Precisamos adotar medidas urgentes para ajudar aqueles presos em acampamentos transitórios ou com risco de escravidão ou enfrentando situações de extrema violência, seja no Norte da África ou na América Central. Precisamos prever ambiciosa ação internacional para reestabelecer aqueles que não têm para onde ir.

Devemos também adotar medidas — através de ajuda de desenvolvimento, esforços para mitigar mudanças climáticas e prevenção de conflitos — para evitar estes massivos movimentos não regulados de pessoas no futuro. Migração não deveria ser sinônimo de sofrimento.

Precisamos ambicionar um mundo no qual possamos celebrar as contribuições da migração para prosperidade, desenvolvimento e unidade internacional. É nosso poder coletivo alcançar este objetivo. O Pacto Global deste ano pode ser o marco no caminho para realmente fazer a migração dar certo para todos.

*Artigo publicado originalmente no jornal britânico The Guardian em 11 de janeiro de 2018

Fonte: ONU Brasil

STF julgará proibição de aditivos em cigarros no dia 1 de fevereiro

Depois de ter entrado na pauta do Supremo Tribunal Federal oito vezes, o julgamento da proibição dos cigarros com sabor está perto de ter um fim. No próximo dia primeiro de fevereiro, o item retorna à pauta iniciando as atividades de 2018 no STF.

A ação direta de inconstitucionalidade em que a Confederação Nacional da Indústria questiona a validade de norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que proíbe o uso de alguns aditivos em produtos de tabaco (ADI 4874), teve início em 9 de novembro do ano passado.

Não faltam estudos e pesquisas que comprovam que os cigarros com sabor são a porta de entrada de jovens e crianças ao vício do tabagismo, uma questão de saúde pública, e como o Dr. Dráuzio Varella diz, "uma doença pediátrica". Por isso, esperamos que desta vez o Poder Judiciário proíba a comercialização do produto.

Contamos com seu apoio para pressionar o STF: compartilhe a petição nas suas redes sociais e peça para amigos e familiares apoiarem a causa.

Saiba mais: http://saborquemata.org/brasil

Vamos acompanhar o caso e seguir torcendo!
Em breve mais notícias sobre o tema.

Collor anuncia candidatura à presidência da República

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    Não é notícia do final da década de 80 e sim do início de 2018. Sim, o ex-presidente da República (aquele que renunciou pouco antes da aprovação de seu impeachment em 1992) e atual senador filiado ao PTC de Alagoas afirmou nesta semana ser candidato à presidente da República nas eleições de 2018.

     Fernando Collor de Melo já disputou as eleições em 1989, ganhando no segundo turno do ex-presidente Lula, sendo presidente do Brasil de 1990 a 1992, conhecido como "caçador de marajás"  e também pelo slogan de campanha "Vamos collorir o Brasil", sendo julgado na época pelo Congresso Nacional por crime de responsabilidade, ficando inelegível por oito anos.

     Em 2000, tentou se candidatar à prefeitura da capita paulista, porém foi impedido pelo TSE. Em 2002 foi candidato a governador pelo Estado de Alagoas, sendo derrotado por Ronaldo Lessa. Em 2006 foi eleito senador por Alagoas. Em 2010 tentou novamente ser governador, sendo derrotado por Teotônio Vilela Filho (PSDB). Foi reeleito senador por Alagoas em 2014.
     
      Collor é réu na Operação Lava Jato, sendo acusado de receber cerca de 29 milhões de reais em propinas e atualmente é filiado ao Partido Trabalhista Cristão - PTC de número 36.
   
     Fernando soma-se a outros nomes que pretendem concorrer à presidência da República em 2018, como Manuela Ávila (PC do B), Jair Bolsonaro (PSL), Lula (PT), Dória (PSDB), João Goulart Filho (PPL), dentre outros.

Prefeitura de Rebouças divulga resultado do processo seletivo PSS para estiagiários



A Prefeitura Municipal de Rebouças, Estado do Paraná divulgou a lista de classificação geral do processo seletivo - PSS para estagiários. O resultado pode ser acessado neste link: http://reboucas.pr.gov.br/site/files/documentos/classificacao_pss.pdf

Fonte: www.reboucas.pr.gov.br

Mais postagens sobre Rebouças, clique aqui

Moedas com Carimbo Sigma - Integralismo

    Falando em Numismática, hoje abordaremos o assunto das moedas com carimbo "propaganda" do Integralismo, com a letra grega Sigma, as quais circularam com maior intensidade nas década de 1930 e 1940.

    O Integralismo foi um movimento político brasileiro, oficialmente chamado de AIB - Aliança Integralista Brasileira, sendo criado na década de 1930 (oficialmente 1932) inspirado no fascismo europeu. Tinha como seu símbolo a letra grega Sigma, sendo que em algumas logomarcas a referida letra aparecia sobreposta ao mapa do Brasil. Seus membros comumente usavam uniformes de cor verde, sendo conhecidos como "camisas verdes".

    Um de seus principais líderes foi Plínio Salgado, a quem se atribui a criação dos símbolos, uniformes, hábitos e ritos dos participantes do referido movimento, além de sistematizar a "Teoria do Estado Integral". O movimento de caráter nacionalista defendia a propriedade provada, o resgate da cultura nacional e o moralismo, valorizava o nacionalismo, os valores morais da prática cristã e o princípio da autoridade, além de combater o comunismo e o liberalismo econômico. A saudação entre seus membros era: "Anauê".
       
      O movimento foi extinto em novembro de 1937 com a ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas, quando foram proibidas todas as agremiações políticas do Brasil. Em 1938 ocorreu o chamado Levante Integralista, quando cerca de 80 membros do antigo movimento tentaram entrar no Palácio Guanabara em resposta ao golpe de Vargas, sendo que destes muitos foram fuzilados e outros feridos, sendo que na ocasião mais de 1.500 integralistas foram interrogados. 
       
        Posterior ao fim do integralismo, os militantes remanescentes formaram na década de 40 um partido político, o PRP - Partido da Representação Popular, o qual existiu desde 1945 até 1966, tendo Plínio Salgado como candidato à presidência da República em 1955, o qual obteve 7% dos votos. Com o fim do PRP durante a ditadura militar, alguns de seus integrantes passaram a fazer parte do Partido ARENA.
        
        O carimbo com a sigma era uma forma de propaganda gratuita do integralismo, uma forma de mostrar presença em todo território nacional. Obviamente, que as moedas não recebiam o carimbo durante sua fabricação, mas este era colocado pelos membros e simpatizantes do movimento. Tais moedas possuem relevante valor histórico, sendo comum encontrar com alguns colecionadores e estudiosos da numismática. Abaixo as imagens de uma das moedas com o referido carimbo:



A moeda acima encontra-se para a venda. Caso tenha interesse, entrar em contato pelo e-mail: oficiosocial@gmail.com
     
             

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Com o Distritão a coisa só piora - assista:


Fonte: Mídia Ninja

Noam Chomsky faz vídeo de apoio à Lula

Frente Brasil Popular de Paranavaí emite nota pública

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"O exercício livre da democracia subtende-se a aceitação do diferente e do diverso".

Na noite do dia 18 de janeiro de 2018, a Frente Brasil Popular de Paranavaí, junto de representantes de diversos municípios do noroeste paranaense, tiveram as portas da Câmara de Vereadores da cidade, que fora previamente agendada, fechadas para o ato de Lançamento do "Comitê de Defesa da Democracia e pelo Direito de Lula ser Candidato". Este impedimento, determinado horas antes pelo presidente da casa legislativa revela que:

a) em Paranavaí, assim como em outros tantos lugares do Brasil, as elites econômicas e políticas se consideram uma força totalitária, acima de tudo e de todos. Na verdade não são, pois ainda que se imaginem assim, há uma rebeldia que reside nos corações e mentes dos trabalhadores, que são a grande massa que compõem a sociedade;

b) não existe uma coragem de exposição dos diversos personagens políticos dessa atitude antidemocrática, deixando exposto apenas o impositor do fechamento da casa;

c) se utilizam de pífias desculpas, a exemplo, "impedir de se utilizar a câmara para fins políticos". Ora, que sentido existe essa casa, senão para isso, seja do rito formal, seja das iniciativas populares. Denota-se, inclusive, que cercear o uso deste espaço que foi antecipadamente agendado, é igualmente uso da câmara para fins políticos, do interesse, é claro, do grupo que impediu.

Assim sendo, se o objetivo dos que atentaram contra um ato de livre exercício da democracia, era de abortar o lançamento do comitê, obtiveram uma derrota. A política está nas pessoas. Essas lançariam debaixo de chuva, em praça pública, nas esquinas, marchando nas ruas. De qualquer forma. As 150 pessoas que participaram do lançamento foram agraciadas por este momento, pois de combatidas se puseram em combate. Aproveitaram-se da situação, publicizaram o ato a céu aberto e criaram um fato político na cidade, aumentando sua repercussão.

Ainda assim, repudia-se o ato de cerceamento da câmara. Temos certeza que a história cobrará essa atitude de seus feitores.

Esse momento, por fim, revela por parte das forças progressistas que acreditam na construção de uma nação soberana que é possível compor uma sociedade com lealdade, coragem, lucidez e sem romper com os direitos resguardados num Estado Democrático.

Viva a Resistência pela Democracia!!

Paranavaí, 19 de janeiro de 2018.

Frente Brasil Popular de Paranavaí.

1/19/2018

Teatro Gratuito: O Trenzinho do Caipira

* Evento Gratuito - sujeito à lotação, sendo respeitadas as normas do Corpo de Bombeiros quanto ao número de pessoas.

Britânicos planejam construir hidrelétricas no mar

Projeto prevê retirar energia das marés. Desafio é produzir concreto que resista à água do mar sem desencadear patologias 
Topo da barragem servirá de parque linear, segundo projeto para a Swansea Bay
Topo da barragem servirá de parque linear, segundo projeto para a Swansea Bay
Um ousado plano britânico pretende construir a primeira hidrelétrica no mar. O projeto consiste em erguer um paredão de concreto de 9 quilômetros, em forma de "U", que envolveria parte da Swansea Bay, no País de Gales. Vinte e nove turbinas submersas seriam movimentadas pelo fluxo das marés.Segundo os cálculos dos projetistas, a usina pode gerar 350 megawatts de energia por dia, o suficiente para abastecer 150 mil casas. Ao contrário das hidrelétricas instaladas em rios, que precisam abrir suas comportas para controlar o fluxo de geração de energia e a vazão do reservatório, a usina no mar seria regulada pelas marés.
O projeto está estimado em 1,3 bilhão de libras – cerca de 6,8 bilhões de reais. O dinheiro viria de um consórcio de empresas de tecnologia da Grã-Bretanha, batizado de Tidal Power Lagoon. De acordo com Mark Shorrock, presidente-executivo do consórcio, o alto investimento traria retorno, pois a inovação pode ser vendida para outros países. "Além disso, a hidrelétrica movida a maré compensará a perda de fornecimento de energia que o Reino Unido terá nos próximos anos, com a desativação progressiva das termelétricas e dos reatores nucleares", acrescenta. Sobre a estrutura da barragem será construído um parque linear para ser explorado pelo turismo.
Se o protótipo na Swansea Bay for bem sucedido, o consórcio já planeja construir o mesmo modelo de hidrelétricas em outros cinco pontos da Grã-Bretanha: Cardiff, Newport, Colwyn Bay, Bridgwater Bay e West Cumbria. Isso demandaria investimento de 15 bilhões de libras – aproximadamente 75 bilhões de reais. "O aspecto relevante deste tipo de hidrelétrica é que ela não depende dos caprichos da meteorologia. A operação dela é previsível. Sabemos exatamente quando a maré ficará alta e quantas vezes isso ocorre no ano. Outro detalhe é que elas serão construídas para ter vida útil mínima de 120 anos", ressalta Shorrock.
Concreto romano
Turbinas submersas no mar se movimentam de acordo com a vazão das marés
Turbinas submersas no mar se movimentam de acordo com a vazão das marés
Um dos desafios da megaobra é produzir um concreto que seja resistente à água do mar e que não sofra patologias ao longo do tempo. As pesquisas para tornar o material imune, a partir de sua matéria-prima – o Cimento Portland –, estão sob a liderança da geóloga e pesquisadora de concreto, Marie Jackson, da Universidade de Utah. Em artigo publicado na revista American Mineralogist, a especialista avalia que as características do "concreto romano", que após 1.500 anos ainda mantém estruturas em pé na capital da Itália, possa ser o caminho para conseguir produzir um material com alta resistência e durabilidade
Por usar cinza vulcânica, o concreto romano é rico em tobermorita aluminosa e phillipsita, considerados ingredientes-chave para a longevidade do material. Em contato com a água do mar, os elementos se expandem, preenchem os vazios e fortalecem o concreto. A análise faz parte do artigo que Marie Jackson escreveu na American Mineralogist. Seu desafio agora é encontrar esse mesmo grau de resistência para o concreto que será usado nas hidrelétricas marítimas. As pesquisas devem chegar a uma conclusão em 2018, pois em 2019 o consórcio pretende iniciar a construção do primeiro protótipo.
Veja vídeo de como funcionará a hidrelétrica marítima
Entrevistados
  • Mark Shorrock, presidente-executivo do consórcio Tidal Power Lagoon (via assessoria de imprensa)
  • Marie Jackson, geólogo da Universidade de Utah (com base em artigo publicado na revista American Mineralogist)
Crédito Fotos: Tidal Power Lagoon
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
Fonte: Boletim Massa Cinzenta

Aeroportos do PR são os mais contemplados com reformas

Oito terminais receberam recursos federais para ampliar pistas, reformar salas de embarque e desembarque, além de outras estruturas

Além do aeroporto Afonso Pena, eleito o melhor do país, os terminais regionais aeroportuários do Paraná estão entre os mais contemplados com recursos para reformas. Encontra-se em processo de ampliação e melhorias de infraestrutura os aeroportos de Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu e Ponta Grossa. Também serão preparados para receber voos comerciais os terminais de Pato Branco, Umuarama e Guarapuava. A modernização envolve recursos federais e estaduais. Somados, os aportes chegam a quase 500 milhões de reais. A expectativa é de que boa parte das obras seja finalizada em 2018.

Aeroporto de Foz do Iguaçu atendeu dois milhões de passageiros em 2017, mesmo sem ainda poder receber aviões de grande porte

Aeroporto de Foz do Iguaçu atendeu dois milhões de passageiros em 2017, mesmo sem ainda poder receber aviões de grande porte

Londrina está em fase final, Maringá e Cascavel terão as pistas ampliadas e Foz do Iguaçu ganhará um novo pavimento em sua área de pouso, que possui 2.195 metros de comprimento e 45 metros de largura. Haverá a substituição do asfalto em todo o trecho, junto com o trabalho de fresagem.  Segundo a Infraero, a restauração da pista vai permitir nova certificação operacional, a fim de que o aeroporto se enquadre aos padrões internacionais de segurança. Em 2017, passaram pelo terminal de Foz do Iguaçu mais de dois milhões de passageiros. O crescimento em comparação a 2016 foi de 12%.

Ao longo de todo o ano de 2018, o aeroporto de Foz do Iguaçu estará em reforma. O investimento será de 10,7 milhões, mas a principal obra segue adiada: ampliar a pista para 3.450 metros de comprimento e 60 metros de largura, além de recapeá-la com concreto, usando a tecnologia whitetopping (camada de concreto sobre asfalto). Isso possibilitaria ao terminal receber voos internacionais regulares, charters e de cargueiros, operados com aeronaves da família Airbus A-330/340 ou Boeing 747. O valor estimado desta ampliação é de R$ 78 milhões e também depende da desapropriação de terras no entorno do aeroporto.

Maringá e Londrina

Em Maringá, a ampliação da pista do aeroporto regional Sílvio Name Júnior está garantida. A área de pouso e decolagem será estendida em 280 metros, passando de 2.100 metros para 2.380 metros de comprimento por 45 metros de largura. Com a obra, o terminal poderá receber aviões como o Boeing 757-300, com capacidade superior a 200 lugares. Atualmente, a maior aeronave que pousa em Maringá é o Boeing 737-800. O valor do investimento é de R$ 119,35 milhões, dos quais R$ 112,08 milhões vêm do ministério dos Transportes e R$ 7,27 milhões do município. A reforma já está em andamento e será concluída até a metade de 2019.

Outra ampliação de pista vai ocorrer no aeroporto de Ponta Grossa, conhecido como Aeroporto de Sant'Ana. O investimento de 4,862 milhões de reais permitirá que o terminal receba voos comerciais. Já Cascavel ganhará melhorias no terminal de passageiros, dobrando a capacidade de 200 mil pessoas por ano para 400 mil/ano. Em Londrina, as novas salas de embarque e desembarque entraram na fase final de execução. A ampliação vai triplicar a capacidade do terminal. Por ano, as chegadas e saídas de passageiros na cidade do norte do Paraná ultrapassam um milhão. A previsão é que a reforma seja concluída no primeiro semestre de 2018.

Entrevistado
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (via assessoria de imprensa)

Contato: imprensa@aviacaocivil.gov.br

Crédito Foto: AEN

Fonte: Boletim Massa Cinzenta

Vagas para estágio em Geotecnologia

O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM – www.ipam.org.br) é uma organização científica, não governamental, e sem fins lucrativos, que há mais de 20 anos trabalha pelo desenvolvimento sustentável da Amazônia, de modo a gerar prosperidade econômica e justiça social, ao mesmo tempo conservar a integridade dos ecossistemas.

O IPAM abre inscrição para o processo de seleção de duas vagas de Estágio em Desenvolvimento ao seu Núcleo de Geotecnologias.

 Local: Brasília, DF.

Formação: Ensino Superior em Ciências da Computação, Análise de Sistemas, Sistemas de Informação ou áreas afins.

Responsabilidades:

  • Apoiar no desenvolvimento de plataformas de mapas na Web para disponibilizar informações espaciais e outras;
  • Apoiar no desenvolvimento de relatórios e gráficos de nossas plataformas;
  • Apoiar no desenvolvimento de formulários para coleta de dados, tanto online, quanto offline;
  • Apoiar em questões relacionadas ao WordPress.

Requisitos do cargo:

  • Experiência em Javascript, Php, Html5, Css3 e SQL – Postgresql/postgis;
  •  Conhecimento do Git;
  • Facilidade de aprendizado de novas ferramentas de desenvolvimento e outras tecnologias;
  • Desejável conhecimento em desenvolvimento de aplicativos;
  • Desejável conhecimento das bibliotecas (OpenLayers, Google Maps, Bootstrap, Material, Jquery, d3.js e Chart.js) e conhecimento do React, React Native, MapServer, Angular e CodeIgniter.

Carga Horária: 30 horas semanais

Benefícios: Bolsa (R$ 1.000,00), seguro de vida, auxílio transporte (R$ 220,00) e 10 dias de recesso no final do ano.

 Para concorrer à vaga: Candidatos devem enviar currículo até 30/01/2018 para curriculo@ipam.org.br, com o Assunto " Estágio-GT-BSB".

Fonte: IPAM

Experiências do Limite: Nova exposição no Museu Oscar Niemeyer


Clique na imagem abaixo para mais detalhes:
Nova exposição no Museu Oscar Niemeyer
Nova exposição no Museu Oscar Niemeyer



1/18/2018

É DO PARANÁ: Engenheiro civil Joel Krüger é o novo presidente do Confea

Imagem ilustrativa para Engenheiro civil Joel Krüger é o novo presidente do Confea

Olhares voltados para o sistema profissional,  para a sociedade e para o corpo funcional,  caminhando juntos para alcançar os interesses maiores da sociedade brasileira. "Interesses relacionados à melhoria da qualidade de vida de toda a população por meio da Engenharia, da Agronomia e das Geociências".  Estas são as linhas de ação do novo presidente eleito do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), engenheiro civil Joel Krüger.

"Precisamos estar no centro das grandes discussões da Engenharia, da Agronomia e das Geociências, em torno das grandes questões do desenvolvimento nacional, questões de políticas públicas, de soberania nacional, discutindo a nossa infraestrutura, as nossas cidades, o meio ambiente, a energia, o petróleo, enfim, os grandes temas nacionais em torno dos quais o nosso sistema profissional precisa estar unido para debater", diz, em relação ao envolvimento do Sistema Confea/Crea e Mútua com a sociedade.

Nascido em Curitiba, em 5 de maio de 1961, Joel Krüger é graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Paraná (1985). Alguns anos antes, havia concluído o curso de Técnico em Edificações pela Escola Técnica Federal do Paraná. É especialista em Gestão Técnica do Meio Urbano pelo convênio Université de Technologie de Compiegne (França) e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), pela qual também é Especialista em Didática no Ensino Superior e Mestre em Educação, além de professor licenciado do Curso de Engenharia Civil. Foi presidente da Associação dos Professores da PUC-PR, de 1998 a 2000, de 2000 a 2002 e de 2006 a 2008. Consultor na área de transportes com experiência na Prefeitura de Curitiba, desde 1985, foi secretário municipal de Trânsito em 2013.

O compromisso com a sociedade se integra aos apresentados durante sua campanha, entre eles, respeitar e fortalecer as ações do Plenário e das Comissões Regimentais do Confea, fomentando o alinhamento dos normativos legais às expectativas e necessidades das profissões e dos profissionais; atuar com equidade, harmonia e respeito no relacionamento com os Creas; defender a soberania, o capital tecnológico e as empresas nacionais, posicionando publicamente o entendimento do Confea em relação a temas nacionais e internacionais que envolvem as engenharias, a agronomia, as geociências e as profissões tecnológicas e técnicas.

O segundo olhar é em relação ao sistema de articulação dos órgãos colegiados do Sistema, órgãos colegiados: plenário Federal, Colégio de Presidentes, Colégio de Entidades Nacionais e Coordenadorias de Câmaras Nacionais. "Precisamos fazer uma grande articulação para não só resolver as nossas questões internas, mas também olhar para o interesse maior do povo brasileiro. Dentro disso, temos que ter um trabalho muito forte com os nossos profissionais, que são a base do nosso Sistema, mas também precisamos ter um trabalho intenso com as nossas empresas de Engenharia. Então, precisamos de um olhar mais holístico dessas questões".

No Sistema Confea/Crea, presidiu a Comissão de Acessibilidade do Crea-PR, de 2008 a 2010; foi coordenador do Congresso Estadual de Profissionais – CEP, em 2010; conselheiro do Crea PR nos períodos 1999-2001 (suplente), 2005-2007 (titular) e 2008-2010 (titular); diretor-tesoureiro do Crea-PR, de 2006 a 2010 e presidente do Crea-PR, em mandatos consecutivos desde 2012.  É associado ao Instituto de Engenharia do Paraná, desde 1986; Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná, desde 1985; Associação Brasileira dos Engenheiros Civis – Seção Paraná – ABENC/PR, desde 2011; Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea-PR, desde 1986, e da Associação Brasileira de Ensino de Engenharia – ABENGE, desde 2007.

Krüger pretende ainda voltar-se para a gestão interna do Conselho e das suas relações administrativas e normativas com os Conselhos Regionais. "Temos programas importantes, como o Prodesu, que precisamos fazer uma grande discussão; questões da área de informática, onde pretendemos formatar um programa de tecnologia da informação para o Sistema como um todo e discutir um plano diretor de tecnologia de informação para o Confea e outras questões que precisamos discutir com o nosso corpo funcional, sempre tendo um olhar de respeito, de profissionalismo e de eficácia com o nosso corpo funcional que é extremamente competente".

(Equipe de Comunicação do Confea)