11/17/2018

Moção do PT-PR em apoio à vereadora Professora Terezinha

A vereadora de Guarapuava que sofre um pedido de cassação com base em uma acusação falsa, sem nenhum respaldo jurídico
A defesa da Democracia de forma abrangente e irrestrita sempre foi e continua sendo um dos princípios fundamentais para o PT, Partido dos Trabalhadores. No entanto, apesar de eleições diretas vivemos em meio a um golpe político em nosso país, com uma substancial relação com interesses de grandes corporações do capital internacional.
Isto se reflete diretamente na vida da população e de entidades e representantes de entidades sindicais chegando aos parlamentos.
Este é o caso da vereadora professora Terezinha, vereadora de Guarapuava que sofre um pedido de cassação com base em uma acusação falsa, sem nenhum respaldo jurídico no que tange a Lei Eleitoral e Regimental do Poder legislativo.
O Diretório Estadual reunido neste dia 10 de novembro em Curitiba aprova este manifesto de solidariedade a nossa companheira vereadora e sindicalista que no exercício de seu mandato é alvo de uma perseguição politica incabível e injusta.
Nossa solidariedade e comprometimento com as suas lutas, que se estende a todos/as outros/as lutadores/as do povo.
Lula livre!
Viva a Democracia! Viva o povo brasileiro!
Via PT Paraná

11/05/2018

Comissão Interamericana de Direitos Humanos realiza visita in loco ao Brasil





A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) realizará uma visita in loco ao Brasil de 5 a 12 de novembro de 2018, em função de um convite por parte do Governo brasileiro enviado no início de 2018. A Comissão agradece a cooperação do Governo do Brasil e das organizações da sociedade civil no planejamento e na preparação da visita.
A delegação que conduzirá a visita será chefiada pela Presidenta da CIDH, Margarette May Macaulay; a Primeira Vice-presidenta, Esmeralda Arosemena de Troitiño; o Segundo Vice-presidente, Luis Ernesto Vargas Silva; os Comissários Francisco José Eguiguren Praeli e Joel Hernández García e a Comissária Antonia Urrejola Noguera, Relatora para o Brasil. A delegação também inclui a Chefe de Gabinete, Marisol Blanchard; a Secretária Executiva Adjunta, María Claudia Pulido; o Relator Especial para a Liberdade de Expressão, Edison Lanza; a Relatora Especial para os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, Soledad García Muñoz; e os especialistas da Secretaria Executiva.
A CIDH realizará observação de campo sobre a situação dos direitos humanos no país, abordando os seguintes eixos transversais: discriminação, desigualdade, pobreza, institucionalidade democrática e políticas públicas em direitos humanos. Em particular, a Comissão observará a situação das pessoas afrodescendentes e quilombolas; comunidades e povos indígenas; camponeses, camponesas e trabalhadores rurais; população urbana em situação de pobreza; defensoras e defensores de direitos humanos; pessoas privadas da liberdade; migrantes; entre outros. Dentro desses eixos, a CIDH dará especial atenção aos grupos que historicamente se encontram em situação de discriminação, vulnerabilidade e exclusão. Além disso, a CIDH coletará informação sobre a situação da segurança pública, tanto urbana como rural, bem como sobre conflitos no campo e por terras. A Comissão Interamericana observará também a situação do acesso à justiça e a eventual situação de impunidade em casos de graves violações aos direitos humanos.
A delegação visitará Brasília e os estados da Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro, Roraima e São Paulo. A delegação da Comissão Interamericana pretende reunir-se com autoridades governamentais nos níveis federal, estadual e local. Também se reunirá com organizações da sociedade civil, movimentos sociais e academia; bem como coletará depoimentos de vítimas de violações de direitos humanos e seus familiares nos diferentes lugares que serão visitados. A CIDH também realizará reuniões com agências do Sistema das Nações Unidas e membros do corpo diplomático.
Durante a visita, haverá dois escritórios da CIDH para receber denúncias e petições relativas ao seu âmbito de atuação, conforme estabelecido na Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Um dos escritórios será instalado em Brasília e estará funcionando de 5 a 7 de novembro das 9h às 13h no Hotel B. O escritório no Rio de Janeiro funcionará no dia 8 de novembro das 14h às 18h e no dia 9 de novembro das 9h às 13h e das 14h às 18h no Hotel Hilton Copacabana.
A CIDH apresentará suas observações preliminares no final da visita, em uma coletiva de imprensa que será realizada na segunda-feira, 12 de novembro, às 11 horas, no Hotel Hilton - Rio de Janeiro.
A CIDH é um órgão principal e autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), cujo mandato surge a partir da Carta da OEA e da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. A Comissão Interamericana tem como mandato promover a observância e defesa dos direitos humanos na região e atua como órgão consultivo da OEA na temática. A CIDH é composta por sete membros independentes, que são eleitos pela Assembleia Geral da OEA a título pessoal, sem representarem seus países de origem ou de residência.






ENTRADA GRATUITA: Exposição "Odelair Rodrigues" | Mês da Consciência Negra




Odelair Rodrigues

10/31/2018

EaD SENAR abre matrículas para diversos cursos gratuitos

Informamos que estamos com matrículas abertas nos cursos abaixo:

 

Agricultura de Precisão na Aplicação de Defensivos Agrícolas

Agricultura de Precisão na Colheita De Grãos

Agricultura de Precisão na Distribuição de Corretivos e Fertilizantes

Agricultura de Precisão na Semeadura

Agricultura de Precisão nas Diferentes Culturas

Associativismo, Cooperativismo e Sindicalismo no Agronegócio

Componente Solo nos Sistemas de ILPF

Componente Vegetal nos Sistemas de ILPF

Componentes Socioeconômico e Ambiental em Sistemas ILPF

Cultivo e Produção de Grãos

Digitação

Doenças Transmissíveis e Saneamento Básico

Educação Postural no Campo

Excel 2010 Básico

Excel 2010 Intermediário

Gestão de Segurança, Saúde e Meio Ambiente de Trabalho Rural

Informática e Internet Básico

Informática e Internet Intermediário

Inserção da Árvore na Propriedade Rural do Bioma Cerrado

Introdução à Agricultura de Precisão

Introdução aos Sistemas de ILPF

Pastagem para Ovinocultura

Prevenção de Acidentes com Defensivos Agrícolas - NR-31.8

Prevenção de Acidentes com Máquinas Agrícolas NR 31.12

Prevenção de Acidentes e Melhoria da Qualidade de Vida

Prevenção e Controle do Fogo na

Produção de Flores de Corte, Flores de Vaso e Plantas Ornamentais

Produção de Mudas de Seringueira

Produção de Sementes e Mudas de Espécies Florestais Nativas do Bioma Mata Atlântica

Produção de Sementes e Mudas de Espécies Florestais Nativas do Bioma Cerrado

Proteção de Nascentes

Sistemas de Cultivo da Seringueira e Produção de Látex

Sistemas de Cultivo na Silvicultura e Projetos Florestais

Sistemas de Orientação por Satélite

Sistemas Produtivos e Manejos Culturais na Floricultura

Sustentabilidade na Produção do Café

Word 2010 Básico

Word 2010 Intermediário

 

Aproveite e acesse o portal http://ead.senar.org.br/ para se matricular!

 

Caso já esteja matriculado em algum outro curso de nosso portal, a nova matrícula só será possível quando você conclui-lo e conforme disponibilidade de vagas.

 

Importante: se você ainda não possui cadastro no portal clique em Cadastrar para gerar seu Login e Senha.

 

Dúvidas,entre em contato pelo telefone 0800 642 7070 (8h às 18h- Horário de Brasília)

 

Equipe EaD SENAR   

http://ead.senar.org.br/

 

10/29/2018

Extremismos e xenofobia crescentes ampliam relevância da Declaração dos Direitos Humanos


Eleanor Roosevelt (Estados Unidos) foi a primeira presidente da Comissão de Direitos Humanos, em 1949. Foto: ONU

Eleanor Roosevelt (Estados Unidos) foi a primeira presidente da Comissão de Direitos Humanos, em 1949. Foto: ONU

Setenta anos depois de sua aprovação, a Declaração Universal dos Direitos Humanos permanece essencial para os países e a comunidade internacional, diante das crescentes ondas de xenofobia, discursos de ódio e perseguições de minorias no mundo todo.

A avaliação é de especialistas em direito internacional e direitos humanos entrevistados pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), na ocasião do aniversário de 70 anos do documento.

Aprovada em 10 de dezembro de 1948, a Declaração foi construída a partir do esforço conjunto da comunidade internacional para garantir que os horrores da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) — incluindo o Holocausto — jamais se repetissem.

Considerada a base da luta universal contra a subjugação e abuso de povos, o documento estabelece obrigações para a atuação de governos, de maneira a garantir a proteção de comunidades e indivíduos — independentemente de raça, etnia, religião, identidade de gênero, orientação sexual ou nacionalidade.

Contudo, sete décadas depois, os 30 artigos do documento ainda são alvo de ataques globalmente, inclusive por parte de líderes políticos. Esse cenário faz com que seja necessária uma defesa mais resoluta dos princípios da Declaração, afirmaram os especialistas.

Maurício Santoro, professor de relações internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), lembra que a Declaração é pilar para muitas legislações nacionais, funcionando como referencial daquilo que é desejável em termos de direitos humanos e políticas sociais.

"A importância dela é maior hoje do que era há dez anos, porque estamos vivendo no mundo um momento de crescimento de extremismos políticos, de fortalecimento de agendas muito hostis aos direitos humanos, a questões como proteção das minorias, a uma diversidade étnica e cultural, que nos lembra muito o que existia no mundo nos anos 1930, no período exatamente anterior à Segunda Guerra Mundial e ao preparo da Declaração Universal."

Para Santoro, a onda global de extremismo funciona como um lembrete da importância da Declaração atualmente. "No momento em que a gente está vendo várias dessas bandeiras (extremistas) ressurgirem, olhar para o texto da Declaração tem um significado especial. Vale para muitos países, não só para o Brasil", salientou.

Na opinião de Renan Quinalha, professor de Direito da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), ao mesmo tempo em que a comunidade internacional conseguiu "multiplicar as formas de proteção aos direitos humanos, também as violências e as formas de violação se ampliaram e se diversificaram", o que torna a Declaração ainda relevante.

"O desafio fundamental dos direitos humanos, há 70 anos e ainda hoje, é diminuir essa distância entre as declarações, os princípios, e a prática, a realidade. Ainda há uma distância muito grande. Nesse sentido, a Declaração é mais atual do que nunca e necessária", disse Quinalha.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, já alertou em diversas ocasiões para a importância da Declaração diante do recrudescimento dos discursos de ódio no mundo. Segundo ele, o "perverso fenômeno do populismo e do extremismo tem alimentado um frenético crescimento de racismo, xenofobia, antissemitismo e outras formas de intolerância".

"Minorias, comunidades indígenas e outros sofrem discriminação e abuso em várias partes do mundo", afirmou, lembrando abusos contra refugiados e migrantes e pessoas que são lésbicas, gays, bissexuais, trans ou intersex (LGBTI). O secretário-geral da ONU também pediu proteção aos defensores de direitos humanos e jornalistas.

Nos últimos quatro anos em que esteve à frente do Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH), Zeid Ra'ad Al Hussein também criticou líderes políticos que têm defendido publicamente violações aos princípios da Declaração. Houve menções a declarações da primeira-ministra britânica, Theresa May, e do presidente norte-americano, Donald Trump.

Em dezembro de 2017, Zeid alertou que "uma pressão sem precedentes sobre as normas internacionais de direitos humanos está ameaçando o conjunto único de proteções estabelecido após o fim da Segunda Guerra Mundial".

O mesmo tom foi dado por Michelle Bachelet, nova chefe de direitos humanos da ONU, que assumiu o cargo em setembro. Para ela, este é um período de teste para os princípios e instituições das Nações Unidas. "O multilateralismo está erodindo e, com ele, os valores e normas que sustentam o compromisso global com a igualdade e dignidade humana", declarou.

Brasil

Ato realizado em março de 2018 pela ONG Rio de Paz lembra mortes de adolescentes e crianças vítimas da violência no Rio de Janeiro. Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

Ato realizado em março de 2018 pela ONG Rio de Paz lembra mortes de adolescentes e crianças vítimas da violência no Rio de Janeiro. Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

No Brasil, a percepção de que os direitos humanos só existem para defender criminosos têm crescido entre a população brasileira. Segundo pesquisa Datafolha de novembro de 2016, 57% dos brasileiros disseram concordar com a frase "bandido bom é bandido morto" — uma expressa violação aos princípios da Declaração, que prevê o devido processo penal do Estado democrático de direito e, mais do que isso, o direito à vida.

"Acho que há uma incompreensão generalizada sobre os direitos humanos, o que leva a posições como essas, que são construídas por um sensacionalismo da mídia tradicional, por esses discursos de populismo penal, de justiçamento", disse Quinalha.

Para o professor da UNIFESP, esses discursos ganham força diante de um contexto de índices de violência alarmantes, com mais de 60 mil homicídios por ano no país, e de forte sensação de insegurança generalizada.

"Aí se reduz os direitos humanos, como se estes fossem atributos somente de bandidos, como se fosse algo que diz respeito a uma minoria, seria um privilégio dessa minoria que não mereceria esses direitos", explicou.

"Na verdade, ainda há um desafio para quem trabalha com direitos humanos, pesquisa e ensina nessa área, que é mostrar que os direitos humanos não são privilégio de nenhum grupo. São, na verdade, direitos e garantias fundamentais que estão no nosso dia a dia, tenhamos ou não consciência disso."

Quinhalha lembra que a mesma pessoa que diz "bandido bom é bandido morto" é aquela que procura ter direitos trabalhistas, previdenciários, seguridade social — também previstos na Declaração.

"As pessoas querem ter moradia digna, direito ao lazer, direito à alimentação, que também são direitos humanos fundamentais. Elas não querem ver seus direitos violados pelo Estado. Elas querem que o Estado respeite os direitos de propriedade, direito de ir e vir, de organização política, de liberdade de expressão, liberdade artística, assim por diante."

Para ele, é necessário um trabalho de conscientização por parte de organizações da sociedade civil, academia e veículos da mídia no sentido de lembrar a população de que, mesmo diante de uma realidade violenta, todas as pessoas têm direito a um julgamento dentro dos parâmetros da lei.

"O Estado não pode torturar para obter uma confissão, não pode prender arbitrariamente sem ter uma acusação. O Estado não pode restringir as liberdades sem ter alguma comprovação de uma condenação prévia. Não pode condenar por um crime que não seja definido legalmente", salientou.

"Isso não significa dizer que essas pessoas acertaram ao cometer crimes, não significa aprovar os atos cometidos por elas. Mas simplesmente dizer que elas continuam sendo humanas, e continuam tendo direito e dignidade da pessoa humana como qualquer outra", lembrou.

Para Santoro, da UERJ, cabe aos profissionais que trabalham com direitos humanos melhorar a comunicação sobre a real importância da Declaração, saindo de suas "bolhas" acadêmicas. Segundo ele, em paralelo à desconfiança de parte da população em relação aos direitos humanos, há por outro lado curiosidade entre os mais jovens sobre os preceitos da Declaração.

"Isso tem vários desdobramentos possíveis. Um deles é fortalecer o debate sobre a importância dos direitos humanos para o combate à pobreza, à desigualdade, para toda uma agenda social que está presente na Declaração, embora não seja o centro dela", declarou.

Nesse sentido, Bachelet lembrou no início deste mês que os "direitos humanos são construídos uns sobre os outros para formar uma base forte e interligada de sociedades sólidas".

"Os direitos econômicos, sociais e culturais, bem como o direito ao desenvolvimento, ajudam a diminuir o desespero, as queixas e o extremismo violento", afirmou. "Os direitos civis e políticos e as medidas para promover a igualdade impulsionam um desenvolvimento econômico poderoso e sustentável, para o qual todos os membros da sociedade podem contribuir plenamente".

"O sistema de direitos humanos não é uma Cassandra, prevendo corretamente crises, mas incapaz de evitá-las. É uma força para a prevenção. Quando é apoiada pela vontade política dos atores-chave, o trabalho efetivo e sustentado em direitos humanos impede, mitiga e ajuda a resolver conflitos: essa é a essência do que fazemos", concluiu Bachelet.

A alta-comissária da ONU para os direitos humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean-Marc Ferre

A alta-comissária da ONU para os direitos humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean-Marc Ferre



Via ONU Brasil

Inscrições para o Vestibular 2019 da Unioeste vão até dia 31

Nesta quarta, dia 31/10/2018, às 23:59 horas, encerra-se o prazo para inscrição do Concurso Vestibular 2019. 
Para inscrever-se basta acessar www.unioeste.br/vestibular, clicar em INSCREVA-SE e seguir as instruções do site. 

Ao término do preenchimento será disponibilizado um arquivo em PDF com o código de barras para realizar o pagamento. 
No caso de preenchimento incorreto, basta acessar o site novamente, informar seus dados de acesso e, na sua inscrição, clicar em AÇÃO/EDITAR. 

O pagamento deve ser realizado apenas em Casas Lotéricas ou Agência da Caixa Econômica Federal. 
Para pagamento em caixas eletrônicos ou Internet Bank da Caixa Econômica Federal, existem instruções específicas para pagamento por estes meios. 
Não é possível realizar o pagamento em caixas eletrônicos ou pela Internet em outros bancos. 

Caso tenha algum problema ao gerar o PDF é possível reimprimí-lo. 
Para isso acesse nosso site, clique no menu ÁREA DO CANDIDATO, depois em REIMPRESSÃO, informe seus dados de acesso e, na sua inscrição, clicar em AÇÃO/IMPRIMIR
Caso seu PDF esteja com o vencimento ultrapassado, acesse nosso site, clique no menu ÁREA DO CANDIDATO, depois em REIMPRESSÃO, informe seus dados de acesso e, na sua inscrição, primeiro clique em AÇÃO/GERAR e depois em AÇÃO/IMPRIMIR

Realizado o pagamento, a partir das 17 horas do dia 06 de novembro de 2018, será possível consultar seu local de prova. 

Mais informações estão disponíveis em www.unioeste.br/vestibular.  


**Recebido por e-mail.

André Trigueiro: As minhas 3 palavras mágicas: Força ! Coragem! Fé!



 
As minhas 3 palavras mágicas: Força ! Coragem! Fé!
 
 
Olá, amigos!

Cidades e Soluções

Excepcionalmente na próxima segunda-feira, dia 29, não haverá exibição do Cidades e Soluções, em função da programação especial de cobertura das eleições. O Cidades e Soluções inédito volta na primeira segunda-feira do mês de Novembro, às 21h30 na GloboNews.

Youtube - Canal André Trigueiro


As minhas 3 palavras mágicas: Força ! Coragem! Fé! Saiba por que elas fazem a diferença no dia-a-dia. | Assista aqui |

A história do Brasil é marcada por acidentes de percurso onde governantes de ocasião se apegaram ao poder e tentaram massacrar quem pensa diferente. Democracia é conquista civilizatória! Deve ser protegida! | Veja aqui |

Bom Dia Brasil

Gasta-se no Brasil mais água potável por habitante a cada dia do que o recomendado pela ONU. Mas há exceções à regra. Por exemplo: Niterói! | Confira aqui |

Podcast

Diversas correntes de oração estão sendo organizadas por algumas tradições espirituais em favor do Brasil. O voto é fundamental! Mas a prece tem força e direção. Ouça o Podcast! | Clique aqui |


10/24/2018

IDEC explica como funcionam as bandeiras tarifárias de energia


Idec

Apesar de ser essencial, o serviço de energia tem se tornado cada vez mais caro e ainda está baseado em um modelo de geração que causa muitos impactos socioambientais.

Quando há pouca chuva, o nível dos reservatórios das hidrelétricas cai e, como consequência, a produção de energia diminui. Para compensar, o governo manda acionar as termelétricas, que são mais caras.

O sistema de bandeiras foi criado para cobrir esses custos adicionais na produção de energia, antecipando a receita das distribuidoras. As tarifas são classificadas em cores:

Logo do Idec

Significa que os custos de geração foram baixos, portanto, a tarifa não terá nenhum acréscimo naquele mês.

Logo do Idec

É um sinal de alerta e indica que os custos estão aumentando. Apresenta custos extras nas contas de luz para cada 100 kW/h consumidos devido ao uso das termelétricas.

Logo do Idec

Mostra que o valor de produção está alto e é dividida em patamar 1 e 2, que apresentam preços diferentes. Também apresenta custos extras nas contas de luz para cada 100 kW/h consumidos devido ao uso das termelétricas.

Idec

A dica acima é uma das 30 que reunimos sobre como fazer escolhas mais confiáveis, saudáveis e ecológicas nas suas compras do dia a dia, buscando também esclarecer sobre os direitos do consumidor em situações que costumam gerar dúvidas.

BAIXE AGORA
Idec
ura

 

Nova exposição do Museu de Arte Contemporânea do Paraná | Tempos Sensíveis - mostra do acervo


Nova exposição do MAC/PR | Tempos Sensíveis - mostra do acervo


10/23/2018

ENTRADA GRATUITA: Sessão Sabedoria | Garotas do Calendário


Sessão Sabedoria | Garotas do Calendário

WWF-Brasil lançou o calendário 2019!


 

Chegou o Calendário WWF-Brasil 2019!

 

Parques: quem conhece preserva.

cuidar e proteger é responsabilidade de todos nós.

Por isso, lançamos a campanha Calendário WWF-Brasil 2019 com duplo objetivo: divulgar os parques brasileiros abertos à visitação e apoiar os projetos do WWF-Brasil.

EU QUERO CUIDAR DA NATUREZA!

Nosso calendário é um convite para viver a natureza visitando esses locais espalhados por 12 Estados do território nacional, em que o WWF-Brasil tem atuação em defesa da biodiversidade.

Muitas pessoas não sabem, mas os parques são exemplos bem-sucedidos de conservação das nossas riquezas naturais – e muitos deles podem receber visitas do público.

CLIQUE AQUI e garanta já o seu calendário!

Por que apoiar o nosso trabalho?

Estamos esgotando os recursos naturais do planeta e você, com certeza, já percebeu como as mudanças na natureza impactam diretamente no nosso dia a dia. Ficamos sem água, porque desmatamos as florestas e as nascentes dos rios. As mudanças no clima afetam a produção de alimentos, aumentando os preços desses produtos na cidade. As consequências são muitas!

DOE, receba seu calendário e apoie nosso trabalho

Enviado por WWF-Brasil


ENTRADA GRATUITA: Sessão especial Mazzaropi no Museu da Imagem e do Som


Sessão especial Mazzaropi no MIS-PR


10/21/2018

Faleceu Cezar Silvestri

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Foto: Reprodução Facebook

Faleceu nesta madrugada de domingo (21) na Capital do Estado, o ex-deputado federal e ex-Secretário de Estado, Cezar Silvestri. O político é pai do prefeito de Guarapuava, Cesar Silvestri Filho, e marido da reeleita deputada estadual Cristina Silvestri.
Em breve mais informações.

10 mitos e verdades sobre agrotóxicos em e-book gratuito


Idec

Para comemorar o Dia Mundial da Alimentação, lançamos hoje o ebook 10 Mitos e Verdades sobre Agrotóxicos - Guia prático para uma alimentação mais consciente e saudável.

Com o material, queremos ampliar o debate sobre o assunto e mostrar que algumas afirmações, já bem conhecidas, nem sempre são verdadeiras.

Idec

Por exemplo: você sabia que mesmo lavando os alimentos, os agrotóxicos não são removidos? Muitos venenos penetram nas frutas e hortaliças, sendo impossível retirá-los completamente.

Acesse essas e mais informações em nosso ebook gratuito!

BAIXE AGORA
Logo do Idec

Petição pede que TSE investigue Caixa Dois de Bolsonaro


O TSE está investigando relatos confiáveis de que aliados de Bolsonaro gastaram quantias ilegais gigantescas promovendo sua campanha. Se isso for provado, é crime eleitoral. Vamos exigir que, se for culpado, ele seja acusado de tais crimes e desqualificado da eleição. Assine a petição agora: 
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O TSE está investigando relatos confiáveis de que aliados de Bolsonaro gastaram quantias ilegais gigantescas promovendo sua campanha. Se isso for provado, é crime eleitoral. Vamos exigir que, se for culpado, ele seja acusado de tais crimes e desqualificado da eleição. Assine a petição agora: 
assine agora
Queridos amigos e amigas,

O TSE está investigando relatos confiáveis de que aliados de Bolsonaro gastaram quantias ilegais gigantescas promovendo sua campanha - criando até 300 mil grupos de WhatsApp e alcançando até 75 milhões de brasileiros e brasileiras!

Mas e se o próprio Bolsonaro for culpado, o que eles farão? Eles ficarão tentados a deixar passar, mas é uma questão de democracia, justiça e Estado de direito não permitimos que líderes tomem o poder ilegalmente.

Nós lutamos muito e por muito tempo contra a corrupção para aceitar uma eleição fraudulenta. Pior ainda, existem muitas evidências de que milhões de reais foram gastos para espalhar um tsunami de fake news e mentiras sobre o Haddad -- mais um ataque profundo e ilegal à nossa democracia. 

Podemos discordar sobre quem será o melhor presidente para o país, mas certas coisas vêm acima da política. Precisamos insistir que NINGUÉM está acima da lei. Se tem uma mensagem que une todos os brasileiros e brasileiras é: FORA CORRUPÇÃO! Vamos exigir que se o TSE considerar Bolsonaro responsável por essa fraude gigantesca, ele seja acusado de tais crimes e desqualificado da eleição:

TSE: investigue Bolsonaro já!

A nossa comunidade representa pessoas de diferentes opiniões políticas, e a Avaaz nunca apoiou ou se opôs à eleição de nenhum político no Brasil. Nosso movimento foi crucial no processo da Ficha Limpa e para acabar com votos secretos no Congresso. Isso não é sobre política, é sobre corrupção.

Facebook, YouTube e principalmente o WhatsApp são as ferramentas preferidas de forças corruptas para tirar o poder do povo e se beneficiarem com isso
. Mas essa nova tática tecnológica é mais nociva que as velhas estratégias -- os políticos mais corruptos estão realizando uma verdadeira lavagem cerebral em milhões de pessoas, enchendo suas mentes e corações com ódio e mentiras para que virem seus apoiadores!

Ainda bem que isso ainda é ilegal no Brasil. Existem acusações de que o PT cometeu fraude eleitoral -- como o vídeo da urna eletrônica programada para votar no Haddad -- mas já foi comprovado que os vídeos são falsos, verificado pelo próprio TSE e analistas independentes. Esse é só mais um exemplo do tsunami de fake news ilegais e das mentiras com que fomos bombardeados. Se o TSE descobrir que Bolsonaro esteve envolvido nesses crimes, eles devem proteger nossa democracia e responsabilizá-lo:

TSE: investigue Bolsonaro já!

Nosso país está numa jornada. Temos combatido a corrupção como nunca, mas a reação dos políticos mais corruptos entre nós foi de tirar vantagem desse momento para chegar ao poder. Essa é a hora. Deixaremos que a corrupção decida quem serão nossos governantes ou lutaremos de uma vez por todas, como nunca antes, por justiça e verdade? Cabe a nós lutar por isso. Vamos escolher lutar pelos nossos filhos e seu futuro.

Com esperança e determinação,

O time da Avaaz.

PS -- O time anticorrupção da Avaaz está fiscalizando as fake news online e acompanhando o esforço de fact checkers independentes como o Comprova, uma coalizão das 24 maiores empresas de notícias de todos os espectros políticos. Uma porcentagem alta das fake news descobertas são atacando o candidato Haddad. Existem muitas razões verdadeiras para criticar o PT, mas não podemos deixar que mentiras nos manipulem. Aqui vão alguns exemplos dessas mentiras (por favor compartilhe para ajudar outros cidadãos a combater as fake news):
  • Haddad distribuiu mamadeiras em formato de pênis nas escolas
  • Urnas eletrônicas automaticamente votam em Haddad
  • Áudio de Haddad e Manuela conspirando contra o Bolsonaro e o exército
  • Ficha Limpa proíbe Haddad de concorrer
  • Haddad apoia pedofilia e incesto em livro

Mais informações:

Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp (Folha de S. Paulo)
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/empresarios-bancam-campanha-contra-o-pt-pelo-whatsapp.shtml

TSE abre ação de investigação da campanha de Bolsonaro mas nega busca e apreensão em empresas (G1)
https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2018/noticia/2018/10/19/tse-abre-acao-de-investigacao-da-campanha-de-bolsonaro-mas-nega-busca-e-apreensao-em-empresas.ghtml

WhatsApp notifica agências que disparam mensagens anti-PT (Folha de S. Paulo)
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/whatsapp-notifica-agencias-que-disparam-mensagens-anti-pt.shtml